Terça-feira, 16 de Junho de 2009
Terminal em Fumaça
Sou fumante há uns dois anos, mas sempre tentei respeitar aqueles que não fumam. Fumava em qualquer lugar (que pudesse fumar), ainda assim respeitando aqueles que por escolha, inteligência ou outra coisa não fumam.
Porém, isto é algo que eu faço e não todos os fumantes.
Há um mês, talvez, em todos os terminais de ônibus foi imposta a lei de que é proibido fumar naquele local (descobri isso quando iria fumar um cigarro, no terminal da proeb e vi o adesivo no pilar), até ai tudo bem guardei o cigarro e não fumei, “já que é proibido pra que fazer né?”.
Isso (penso eu) deveria ser a reação de todos, e quando eu quero dizer TODOS é pra serem TODOS os fumantes mesmo, mas não aconteceu. A taxa de pessoas que fumam em terminais diminui só que, continuam fumando e ninguém faz nada, então logicamente o “fumódromo” voltará.
Bom, temos dois lados nessa história:
É o fumante que não se liga, e fuma em local proibido.
Não existe fiscal, ou qualquer outra coisa que faça essa lei ser cumprida. Nem os POLICIAS que fazem “ronda” nestes locais fazem algo.
Daí eu me pergunto a culpa é de quem? E acho que todos nós sabemos a resposta...
Sábado, 7 de Março de 2009
Mistake
Domingo, 25 de Janeiro de 2009
Martin e a fuinha falante
Uma tarde normal, era aniversário de 8 anos do pequeno Martin. Sua mãe corria de um lado pro outro para arrumar tudo, seu pai não estava em casa, teve que ir ao trabalho resolver alguns problemas, mas prometeu que iria ser rápido.
Martin estava em frente a televisão, borbulhando de angustia, esperando todos chegarem a sua casa, mal conseguia ficar assistindo a um canal por muito tempo, a cada cinco minutos trocava de canal. Enquanto “zapiava” ouvi um carro parar na frente de sua casa, esperançoso correu para porta para ver se era seu pai que tinha chego, se enganou, porém, ficou igualmente feliz ao ver que era seu Tio, o biólogo André, carregando com as duas mãos uma caixa toda furada. O tio entrou em casa
- Parabéns Martin, muitas felicidades para você e que grandes aventuras apareçam na sua vida!
- Brigado tio! Tio, o que é isso na sua mão?
- Seu presente, uma surpresa, vá para o quarto que eu já vou chegar lá!
O garoto subiu correndo a escada para o quarto. Sua imaginação viajou em idéias do que poderia ter dentro da caixa, “ uma cobra, um filhote de elefante, um cachorro?”, “AHH, uma aranha!!”. No quarto ficou elétrico esperando o tio e continuo viajando “um camaleão, camaleões são legais eles mudam de cor”. Só voltou de sua viagem quando ouvi a maçaneta da porta se abrir, era o Tio e sua “caixa surpresa”.
- Martin, tenho aqui seu presente, ele muito especial e extremamente divertido, só cuide que no começo ele pode ser um pouco chato.
Os olhos lacrimejaram, o sorriso foi de orelha a orelha.
- Mostra tio, mostra!
- Então tá. Apresento para você o pequeno Turt.
Martin sentiu seu rosto contrair, sair da euforia para o espanto, não sabia o que era aquilo, parecia mais um rato, só que maior! Ele olhou para o tio com uma cara de espanto e perguntou:
- O-o q-que é isso?
Para maior espanto e ainda maior surpresa, não foi o tio quem respondeu
- Olhaaquiopiádocabelolambidosouumafuinha!!!!!
-Isso é jeito de falar com meu sobrinho Turt.
-TáAndréfoimalmasvocênãoensinanadaaoseusobrinho?
Aqueles olhos castanhos, de Martin, ficaram estáticos olhando Turt, enquanto ele, uma fuinha, ficava falando com o tio André.
-Bom, vou deixar vocês dois conversando um pouco já volto.
O único problema é que Turt falava muito ligeiro
-TáokolágarotosouTurtesouumafuinhanãosouumratonemumalontra.
-Desculpa, mas não entendo nada o que você esta falando.
-Ébomvocêirseacustumandopoissouhiperativoporadorarchocolateecafeína!
O garoto caiu na gargalhada quando ouviu “adorar” e “cafeína” na mesma frase, ainda mais sendo faladas por uma fuinha.
Após horas de conversa, os dois desceram para o quintal, Turt já no ombro de Martin, para comemorar seu aniversário. Todos estavam lá seus primos, o Tio André, seus outros tios e tias todo mundo, sua mãe ainda correndo de um lado para o outro, mas faltava alguém o pai de Martin. Quando viu que seu pai ainda não tinha chegado o pequeno garoto de cabelos loiros, ficou cabisbaixo, começou a comprimentar todos e receber mais e mais presentes, mas mesmo assim estava triste. A Festa corria bem, Turt fazia piruetas para alegrar Martin, o que o fez até esquecer a falta do pai por alguns instantes.
- Hora do bolo!! Gritou a mãe de Martin saindo da cozinha.
O bolo era gigante, tinha chocolate em cima, em baixo, do lado, escorrendo no canto, branco, preto, não sabiam o quanto de chocolate havia naquele bolo. Quando sua mãe botou o bolo sobre a mesa, Martin notou algo estranho em Turt, ele estava parado, de pé, com a cabeça erguida, pareceia cheirar alguma coisa. Quando a mente de Martin se ligou era tarde demais, Turt já estava correndo igual a um louco pra cima do bolo.
-CHOCOLATEEEEEEEEEEE!
Todos ouviram alguém gritar, mas ninguém (tirando é claro o tio André e Martin), sabiam que havia gritado.
A fuinha parecia mais um foguete a um animal, ao se jogar em cima daquele bolo. Quando atirrizou, foi que todos tiveram a certeza de que era um foguete, um animal normal, não iria fazer bolo voar pelos ares de tal maneira que todos em um raio de um metro fossem cobertos por chocolate.
A única coisa que Martin ouviu foi.
-MARTIIIIIIIIINNNNNNNNN!!!!!!!!!!!
Saindo violentamente da boca de sua mãe.
De noite quando tudo já havia terminado e Martin já tinha limpado a janela suja de chocolate, seu pai chegou. Ele era um homem grande, executivo de respeito.
- Filho, parabéns.
Martin só sorriu, foi direto para a cama, sem falar com ninguém, nem mesmo Turt seu novo amigo bagunceiro.
Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Aquela que Na loja fazia (faz) várias pessoAs sorrirem
São quase duas da madrugada, mas antes de dormir preciso escrever estas palavras.
Acordei de manhã, já querendo você por perto.
Na tarde que tive fiquei só pensando em você.
Andei de skate, porém você não saía da cabeça.
Ainda vou poder acorde com você todos os dias.
Numa casa bem tranquila.
Aonde estaremos juntos, esperando a água ferver para fazer o café.
Não sei se alguém vai perceber o que fiz, mas tem um nome escrito neste texto.
Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008
Simples Frases
Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008
Sentado na Praça
Nelas são onde acontecem às melhores coisas, na maioria das vezes, as pinturas mais românticas, os textos mais belos.
Ontem mesmo, lendo meu livro e fumando meu cigarro, sentado sob um banco numa praça aqui em Blumenau, vi o mais belo dos casais.
A moça, muito bela, mais baixa que o garoto, mas, com uma grande segurança e maturidade no olhar, de tanta segurança até eu que estava a alguns metros de distância me senti seguro. O garoto parecia alguns anos mais novo que ela, estava sempre com o sorriso exposto e transmitia a ela calorosos gestos de carinho (pelo que pude ver).
Os dois riam de tudo e de todos, ela mesmo, estragava-se em gargalhadas. Ficaram juntos abraçadas por horas até que o vento muito gelado fez os dois tremerem de frio, levantaram-se e passaram pelo meu lado, foi ai que eu escutei, “ Mesmo este vento gelado não consegue abaixar o fogo do nosso amor”, quem falou isso foi o garoto.